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12>M. Redondo-S. dos Alves>01.01.06 maio 21, 2006

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Ficha Técnica

Localidade: Nova União . Itabira – MG
Data: 1º de Janeiro de 2006
Distância Total: 36km, em 7 horas
Reabastecimento d’água: sim
Sinal de Celular: não
Tipos de via:
-estrada de terra: 30%
-estrada de terra vicinal: 20%
-trilha em campo: 40%
-trilha em mata: 10%
Navegação: difícil
Nível de Dificuldade: difícil
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Domingo, primeiro dia do ano de 2006

Pela segunda vez seguida o dia amanhecia com sol, mas breve o nevoeiro trazia o frio de volta. Havia chovido menos do que na noite anterior, mas mesmo se assim não fosse o ataque era certo e iminente. Um frugal café da manhã e os aquecimentos matutinos logo trouxeram a vontade de mexer nas bicicletas.

Tudo ajustado, partimos sob o sol para o ataque aos Alves, via cânion dos Marques, passando pelo Morro Redondo.

Saímos por volta das 10h em direção nordeste. Nosso anfitrião nos assegurava que não ultrapassaríamos os 25 km, e nos advertia que o caminho de ida, em sua maioria, seria de descida íngreme. O que significa dizer que a volta seria praticamente toda escalada.

Os freios, que tanto trabalharam, finalmente tiveram o primeiro refresco: a chegada ao sopé do Morro Redondo significou um breve descanso e também a separação do grupo. A referência que de longe marcava a transição do caminho agora se erguia diante de nossos olhos. Dali um dos bttistas retornaria para o acampamento e dali para Itabira; e os demais continuariam o caminho em dupla.

A descida parecia mesmo interminável, e o vale dos Alves se aproximava. Logo beirávamos o rio Tanque em um belo e técnico singletrack arenoso. Cruzamos a ponte suspensa e cada vez mais nos aproxímávamos do vale.

Degraus de pedra, riachos, pinguelas. Trechos de trilha em pasto e fazendas antigas. BTT é mesmo fenomenal! Resolvemos que nadaríamos somente na volta.

A tão esperada chegada aos Alves incluiu um passeio completo pelos arredores. Refrigerantes e os pastéis da única venda aberta garantiriam o sustento e uma breve tranquilidade antes da volta. A tarde caía e já haviamos visto os amigos e as meninas. Um belo mergulho no rio nos aguardava.

Fotos e relaxamento antes do puxado retorno. Depois do primeiro mergulho, resolvi conferir meu hodômetro, verificando que registrava a distância de 15 km. A volta seria mesmo longa. Longa e íngreme. Após a panorâmica do vale, encaramos o caminho.

O anfitrião, acostumado a longas jornadas, nada sentia. Até se encarregava de destacar as belezas da paisagem, que o viajante que vos fala quase não tinha fôlego de reparar.

A parte que beirava o rio foi mágica, mas as subidas que logo se aproximaram eram por demais desfiadoras, e confesso que voltei grande parte empurrando. A ascensão foi brutal em mais ou menos 10 km.

A chegada no acampamento base se deu por volta das 17h, e constatamos o que já sabíamos. O amigo havia seguido seu caminho, e nós seguiríamos o nosso. Por enquanto.

O ano de 2006 havia apenas começado.

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